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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Cerveja, salsichão e... Escola?!


Olá pessoas! Ou seria melhor dizermos Hallo!?

Continuando nossa pequena saga pela pequena e bela Alemanha (aqui levamos em consideração que tamanho não é documento e que falamos de tamanho geograficamentefalando, obviamente, haha), hoje contaremos a historinha do Marcos Daniel de Almeida, um rapaz pacato que resolveu que queria porque queria conhecer a terra da cerveja e do salsichão!


Pra começar, é bom saber que essa história é uma história um pouco diferente das outras histórias que vimos aqui. Mas então vumbora!

Para entender tudo, você tem que saber, primeiramente, que o Daniel  sempre teve família praqueles lados além mar, entende-se como família primo, prima, tio, tia, cachorroperiquitoepapagaio, enfim! Isso tudo aí já servia bastante de influência para brotarem infinitas intenções dentro de sua cachola, né não? "Segundamente", você precisa saber que esses parentes vem para o Brasil com certa frequência - e foi, voilà, nessas indas e vindas que o nosso querido Marcos Daniel se apaixonou (em 2005, mais especificamente),  ou melhor, quando, segundo ele, começou a ter vontade de conhecer a Alemanha e o alemão que seus primos tanto falavam!


Assim, logo que seus parentes embarcaram de volta, ele resolveu entrar num curso de alemão (o que não é facil de encontrar em Vitória, logo, olhe aqui) e, dois anos depois, mais ou menos, ele juntou a fome com a vontade de comer, e a ida para a Alemanha saiu da cabeça para se tornar uma coisa prática - aqui quero dizer que foi em 2007 que ele começou mesmo a correr atrás das coisas para a viagem, logo, foi um aninho de preparação para a mesma (entre correr atrás de visto, passagens, escola que ia estudar e curso que ia fazer, enfim, essas coisinhas básicas).


Então, depois de longos doze meses de muita espectativa, planejamento, compras (roupas e tudo mais), troca de emails, telefonemas e cartas com escolas de alemão para estrangeiros, o Daniel fez suas pequenas malas e partiu para uma cidade nos arredores de Frankfurt (Frankfurt am Main, em alemão),  que por sinal é uma das principais cidades do país e que fica a aproximadamente 400km de Munique e 600km da capital, Berlim (foi também a cidade onde ele estudou), para ficar por lá dois meses contados.

Ele ficou na casa dos tios, e isso deu a ele, além de todo o suporte que isso lhe oferecia, a oportunidade de economizar um bom dinheiro! Com isso, ele ficou livre de preços e tarifas de agência, além de poder pensar em outras cositas para gastar... ô beleza, hein?

Mas peralá, vocês pensam que é só brincadeira é? Perguntamos ao nosso amigo qual foi a primeira impressão quando pisou em terras alemãs e eis a resposta: Putz! Estou a 10.000km de casa! E como é difícil falar essa língua! Claro que, como ele ficou com sua própria familia, ele teve total apoio e suporte (ou pelo menos mais que alguém peladopeladonucomamãonobolso teria), com o idioma e tudo mais, mas, de qualquer forma, ele recomenda não ter medo de falar e errar, e falar de novo, até alguém entender!


Para o Daniel, ainda, quem vai a Alemanha não pode se deixar assustar pela "friezateesnobonãotonemaíprocê" dos europeus: os alemães são receptivos, adoram o Brasil e quando eles realmente te conhecem, você acaba de fazer um amigo para toda vida! (isso já foi dito e re-dito aqui, então, pode acreditar!). Não perca a chance de fazer amigos, conhecer pessoas, porque elas são a maior chave para você conhecer a cultura do país. Aproveite que o país e seus moradores dão muito valor a culturaemtodososaspectos, e caia de boca - talvez, literalmente! Não deixe de visitar as cidades e os lugares que tem tanta historia pra contar (lembremos que estamos aqui num país do velho mundo galheura), tanta cultura local pra ser descoberta - e isso inclui, com certeza, a cerveja e culinária local e os mercados da cidade! (o melhor de tudo ainda é que são muito perto uma da outra!)

Ah! E se você ainda não está convencido de que a Alemanha pode ser o seu destino ideal, outra coisa que o nosso amigo não deixa de esquecer: para quem gosta de velocidade, andar a mais de 220km por hora numa Autobahn pode ser mais um motivo para perambular por aquelas bandas!

Se depois dessa semana toda de Alemanha aqui no Perambulanndo você não tá empolgado como o Marcos Daniel, desista, ainda não chegamos no país ideal pra você (calmaláquedaquiapoucotamochegaando!). Maaaas se, ao contrário, você está saltitandoquenempipoca de empolgação e com mil ideias na cabeça de comofazerprairpralápelamordeDeus, calma, o Daniel foi por conta própria tioetiacasafamíliaepã, mas há milhoesdeoutrasboasmaneiras de você aterrisar em terras alemãs. Dá uma olhadinha aqui e aqui, e aqui (também vale se aventurar nos portões de embarque, cias aéreas e tudomaisalidolado) e veja qual o melhor pra você!

Bom, é isso gente. Até o próximo post - e avisando aos desinformados que, a não ser que precisemos voltar no assunto, já teremos mudado de continente e descido em terras lationamericanas, che!
Argentina! Deu pra sacar? Então hasta la vista! - e, como sempre, esperamos quaisquer duvidas previas seja por email, comentário, qualquer forma de comunicação que funcione!

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Estudar, estudar, viajar, viajar...

A história da vez é da Carolina Rohr. Lembram, aquela amiga que influenciou a Ellen, do último post? Pois então, essa mesma! Vamos lá? Bora continuar a semana da Alemanha! 

Primeiro se joga no porque pra gente poder explicar o como. Carol é estudante de engenharia química em São Carlos (conheça a faculdade aqui) e nessa área de exatas, existem muitas empresas em São Paulo, adivinha falando qual idioma?? Alemão, sim! Aí ela resolveu aprender a língua, pra poder contar uns pontos (muitos diga-se de passagem) extras no currículo. Tá, agora que você já sabe como isso tudo começou, se liga na história.

Nossa amiga levou 1 ano planejando tudo. Segundo a própria, o ano mais estressante de sua vida, mas o que mais valeu a pena também. Na primeira vez que essa moça pôs os pezinhos na Europa, já ficou 4 meses, por isso todo o tempo de preparo antes. Precisa de visto quando se fica mais de 3 meses nos países de lá viu? Quem aí gostou da dica, pode correr logo atrás disso e buscar mais informações aqui.

Carolina foi pra Munique em 2007, em busca de um curso de idiomas (ela estudou aqui), depois, em meados de 2008, ela voltou (porque bôbacoisanenhuma, ela arrumou um namorado lá!), e visitou ainda Darmstadt  e agora, durante todo o ano de 2009, ela está numa cidade que se chama Karlsruhe, estagiaandoo na área dela! É gente, querendo e se esforçando, todo mundo poderia estar em seu lugar. Mas vale lembrar que, sem estudar muuuito o idioma pretendido (e cápranós alemão não é moleza não) dificilmente você conseguirá um estágio lá, pois o nível exigido é de avançado pra cima. Bora estudar!



Quando essa menininha chegou lá a primeira vez, era inverno, então seu primeiro pensamento foi: “Meu deus vou morrer congelada aqui e os meus pais não vão achar o corpo”.... hahahaha Engraçadinha ela né? Mas ninguém morreu e diria até mais, pra quem se amarra num friozinho, vale muito a pena procurar visitar tal país no inverno, pois diferentemente do Brasil (que faz calor o ano todo), lá neva e fica super bonito quando muda de estação. Voltar pra cá ela ainda não voltou, mas até agora tem achado o povo muito organizado, politicamente engajado e culto. Quer mais? Eles são difíceis para fazer amizade, mas uma vez conquistada alguma, tenha certeza que é pra sempre. Acredita que a Carol recebe postais dos amigos que fez em 2007 até hoje? Tá animando?? É pra isso mesmo que a gente relata aqui as experiências alheias gente, pra vocês se imaginarem no lugar dessas pessoas e correrem atrás das suas próprias.

Bom, mas tudo tem seu lado negativo também (eu sei, tava parecendo sonho até agora né?), e ela avisa aos navegantes de primeira viagem: Não está com pressa, tácomavidaquepediuadeus? Então não fique do lado esquerdo da escada rolante! Gente, né pra rir não. Quem ta com pressa passa por cima de você se for o caso. Ah sim, marcou alguma coisa? Então cumpra! Os alemães levam as coisas “ao pé da letra” e você pode ser mal interpretado se resolver, em cima da hora, não cumprir o que disse. E só mais uma coisinha, você precisa estar aberto a pessoas rabugentas. Sim, eu sei que é chato, mas não é todo mundo assim lá, mas sabe como é né? Vale a máxima de respeitar a cultura alheia.... Quer mais dicas? Tome uma Weissbier (famosa cerveja de trigo de lá) e viaje muito com a Bahn (esta empresa aqui ), pois pode-se ir a todo lugar com transporte público e mais, é seguro e barato!

Ó gente, o recado ta dado! Pros que ainda não se convenceram de que a Europa é o seu destino certo, Carolzinha dá mais um conselho (último viu?): Não fique só no país em que você está! Os países europeus são muito próximos uns dos outros e vale a pena conhecer outros lugares. Só tome cuidado, porque nem todo mundo fala inglês, logo garanta seu guia turístico ou qualquercoisaqueteajudenacomunicação e aproveite! 

Agora ta convencido? Sabia! Se você quiser conhecer mais aí do seu PC mesmo, veja aqui e aqui. Se tiver com dúvida, mande-nos um email!


Até o próximo!

sábado, 10 de outubro de 2009

Alemanha, aqui vamos nós!


Como já dito no último post (sim, somos apressadas), todo mundo já sabe pra onde o vento nos soprou dessa vez: Alemanha! Vivendo perigosamente, a gente resolveu trocar de continente e explorar novas terras, mas como o território reúne uma série de países interessantes, escolhemos um desses pedaços de terra pra falar mais profundamente. (lávamosnós!)

No caso de hoje, a nossa querida amiga Ellen Carvalho, (eufemismo de querida e amiga porque ela é integrante ativa do blog, então merece destaque) resolveu rumar para terras gringas a procura de novas experiências! Dessa vez o começo da história é diferente, porque ela não acordou um belo dia e pensou “caramba, preciso ir pra Alemanha agora”. Havia uma amiga por trás destes planos mirabolantes, que contando sobre sua própria vida lá, e como era fácil fazer cursos e passar um período de tempo tranqüilo, plantou a sementinha do mal (nesse caso super do bem), e fez a cabeça de Ellen juntar as peças que faltavam do quebra-cabeça: “Se é fácil e simples ir pra Alemanha, estudar, passear, e praticar o idioma, oquequeeutofazendoaquiainda?” Pronto! A saga atrás das agências tinha começado.
 
Já que paciência é uma virtude, o tempo entre bolar o plano e esperar o avião (e nisso, perder o vôo certo, pegar outro, esperar no aeroporto com mãe, pai, irmão, amigas, piriquito e papagaio durante horas e etc), foi de um ano! Tempo grande, mas também proveitoso! Planejar a viagem e sonhar com cada detalhe é quase tão bom quanto estar lá (exagerei, confesso. Mas é bem divertido!). Chegando ao país dos sonhos (mais exatamente na cidade de Munique), depois de um ano treinando a língua (quase nada pra um idioma em que se parece impossível entender alguma coisa), e qual a primeira impressão de nossa aventureira? Que os europeus são mesmo frios. Não é lenda não... A galera quer mais é cuidar da sua própria vida, e não fica sorrindo no meio da rua pra dar bom dia. Na primeira semana isso parece absurdo, mas depois a gente tem que se lembrar do lema de um bom viajante “respeitar as diferenças alheias”, e se o povo de lá não é tão prafrente que nem nós, brasileiroscalientes, só nos resta respeitar, porque, apesar de tudo, eles são (por dentro) uma finura só – entenda-se, bem prestativos!

A opção escolhida para passar bem o tempo como alemã? Casa de família! É um jeito super comum, onde você fica totalmente dentro da cultura, tendo seu espaço reservado. As famílias que participam destes programas passam por uma série de avaliações, então podemos ir mais crentes! A opção foi feita pensando na melhor maneira de trinar o idioma (ninguém lá sabe ou vai querer saber falar português, então você tem que se esforçar pra entender tudinho!). A questão financeira varia muito, e vale pesquisar um pouco (o custo de tudo é em euro, então é melhor pegar a calculadora e fazer as contas!) Além desse jeito, o intercambista pode escolher ficar em albergue, ou se jogar e ir aoinfinitoealém! Mas o que fazer com a família postiça? Ser o mais agradável possível, respeitando o limite deles. O que não fazer? Se atrasar. Parece que não é só a Inglaterra que respeita os horários, então, melhor não testar a paciência dos novos membros familiares – nem da escola, ônibus, metrô...




Rua suja? Nem pensar! Lá não! Transporte? Vixe, muitas opções, e vale a pena sair pra conhecê-los (turismo de metrô, ônibus, bondinho e qualquer outra coisa que ande é uma boa.. Dá pra passar horas). Atravessar a rua no sinal verde para automóveis? Quer morrer? Ou prefere pagar uma multa considerável – além do mico de ser a única a fazê-lo? Não pode não. Tem que respeitar tudinho e isso inclui as faixas de pedestre e pagar a passagem nos coletivos - sempre.

Acabou que o um mês lá passou rápido demais. A escola de idiomas, os amigos que foram feitos, as comidas, as cervejas (que não foram poucas, diga-se de passagem), tudo valeu a pena. Parece coisa de cinema. Cinema? Que nada. Ta tudo logo ali depois do oceano. Tem castelo, mais castelo, parque... Começa olhando aqui (e aqui) e anima pra ir ver ao vivo.

Dúvidas? Mande um e-mail pra a gente! E vale a pena dar uma olhada nos liks aqui do ladinho..>
Podem ajudar!

=D