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sábado, 28 de novembro de 2009

Nada de medo, sou pra frente, mesmo!


Era uma vez uma menina pacata que resolveu juntar tudo na mala e correr pra Argentina...
Ops! Essa história tá errada! A personagem de hoje foi, sim, para a Argentina, e o país dos hermanos está, também, dentro da nossa história de hoje. O que tá errado aqui é o destino, minha gente. O destino de hoje é o
Uruguay, aliás, o último, e você já conhece a perambuleira de hoje de outros carnavais, abram caminho para a nossa queridíssima amiga, Marcela Camporez. E aí, lembra dela?

 
Então, corrigindo: Era uma vez uma menina pacata que resolveu colocar umas roupas na bolsa e pegar um barco em Buenos Aires (sim, porque como você pôde ver, ela já estava por lá) rumo ao nosso destino da semana, o Uruguay - para ser exatíssima, Colonia del Sacramento e Montevideo! Para você não ficar perdido que nem cego em tiroteio nesse tanto de história, vamos lá. 


A Marcelinha, um lindo dia, resolveu passar alguns meses na Argentina, Buenos Aires para ser mais exata. Chegando lá, a menina, que já se considerava uma perambuleira de carteirinha por ter chegado, sozinha, num lugar a pelo menos 1000km de distância da sua casinha, resolveu que queria mais. Tátudobomtátudomuitobem, mas quem mandou alguém (que você já conhece também) chegar de uma perambulada por terras uruguaias fazendo propaganda gratuita em horário nobre na cabeça da menina? Pronto, ela já tava viajando, tava do lado do país em questão e, mais ainda, tinha tempo de sobra! Desculpa perfeita, não?



Sim! Como a Marcela não é de brincar em serviço, tratou que iaporqueia , so olhou preço de barco, documentação necessária e foi, tiau amiga, tiau amigo, to partindo peguei um barco e beijos!

Você deve estar admirado com a coragem e com a cara dessa menina, que numa semana resolveu que queria conhecer o Uruguay e, na outra, sem pestanejar, já estava pisando em terras de Colonia del Sacramento (porque primeiro ela passou por lá, e depois de se sentir em casa seguiu para Montevideo). Não vá pensando que foi fácil! A viajante de hoje chegou a pensar (pelo menos por alguns segundos) que podia ter feito uma besteira indo para um lugar totalmente desconhecido completamente só, tendo apenas si como companhia!

Mas não precisa conhecer o Uruguay e nunca ter passado por uma situação dessas para saber que esse sentimento de dúvida logo deixou o corpo (e mente) da nossa amiga, que estufou o peito e foi andar por Colonia, conhecer a cidade sobre duas rodas (de bicicleta, meu povo, que você aluga no albergue mesmo), comer chivito e tratar de se enturmar no albergue - segundo ela, tá todo mundo na mesma situação que você, então é a coisa mais fácil do mundo conhecer alguém e logo dar uma de bestfriendsforever, indo junto pros rocks, saindo pra dançar, e beber uma coisinha ali no bar, haha.

Outra coisa que a nossa amiguinha não esquece: andar de bicicleta na orla de Colonia, vendo as pessoas jogarem voley e ouvirem música brasileira! É para rir (e ver como esse mundo é pequeno, e você não tá tão longe de casa como pode imaginar). Mas, apesar do barulho das musicas brasileiras, a cidade é bem quieta e tranquila, silenciosa e com uma linda parte histórica!

Agora, partindo pra Montevidéo. Prestatenção porque essa parte da viagem serviu para a Marcela e também servirá para você. Sim, os uruguaios são MUITO simpáticos, prestativos, etcetc. que você já pode imaginar. Você realmente não fica perdido num lugar como esse, porque logologo vem um casal e te acompanha até o albergue (né Marcela?)!
Mais uma dica que reitera as outras aqui: em Montevidéo, não deixe de conhecer o mercado do porto com tudooquehádebom naquele lugar. Vá a praia, perambule pelos parques e pelas praças, e, não esqueça, conheça o Estadio Centenario! Se você ainda quer mais coisa, Montevidéo também tem história pra mostrar!

 E aí, empolgou? Empolgou e não tá nem aí se vai sozinho ou acompanhado, só quer saber que vai, vai e vai e prontoacabou? Então, não esquece antes de dar uma olhadinha por aqui sabe, e por ali, e por aquilo outro, que isso pode te ajudar. Se você prefere uma coisa menos joguei-me, tenta por aqui, e aqui, porque o que não falta é opção - AméricadoSultánamodaquetá.
Se as praias uruguaias (mesmo que de rio) não são, literalmente, a sua praia, dá uma esperadinha! A gente continua perambulanndo por aí e te apresentando os jeitos mais legais de viajar, uma hora você vai encontrar o seu destino dos sonhos, ideal pra-ca-sar, e ,aí, é você quem vai dar tchau!

Enquanto isso, não some não, aparece por aqui, e tchau! :)

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Turixtar duplamente no Uruguay? É pra já!

Pois então, pessoas, vamosvamos porque o tempo é curto e, apesar do país da vez ser um dos menores da América do Sul, ainda temos muita coisa para ver (e falar)! Se preparem que essa é mais uma historinha no pequeno notável país chamado Uruguay!

Primeiro de tudo, leia e inveje: a história de hoje é dupla! Não dupla como esta, mas simplesmente porque o sortudo Rafael Abreu andou lá por aquelas bandas, pura e simplesmente, duas vezes, e ainda pagando de turixta - sim, viajar com mãe, pai, irmã e tudomais, nada de mochilinhanascostasnãotônemaíei. Nessa brincadeira de perambular com papai e mamãe o menino conheceu nem mais e nem menos que quatro cidades, são elas: Montevideo, Maldonado, Punta del Este e Salto.




Começandodocomeço, vamos explicar: da primeira vez que o menino desembarcou por esse que é considerado um dos países economicamente mais desenvolvidos da América Latina (viu que tamanho não é documento?), ele estava com sua mãe e sua irmã, voltando de uns dias na Argentina (ui). O tour englobou todas as cidades citadas (Montevideo, Maldonado, Punta del Este e Salto) e não durou mais que 8 dias. Da segunda vez que a criatura sortuda de hoje caiu em terras uruguaias ele estava com seu pai e a viagem durou outros 5 dias, como percurso final de um cruzeiro (ui de novo) que ancorava por lá. Ele perambulou, dessa vez, por Montevideo e Punta del Este.

Deu pra sentir que se o menino não tivesse aproveitado essas viagens, ele não seria normal, não deu? Pois então, como o Rafael não é bobo nem nada, ele aproveitou, sim, e por isso vamos aos detalhes!

Vamos falar de planejamento? Peraí, que planejamento rapaz! Nossos aventureiros não gastaram muito do seu precioso tempo com o antes da viagem. Foi só olhar o calendário, fazer umas pesquisas na internet, reservar os hotéis e pronto, viagem mais que planejada! Viu, simples assim, invejou?

Bom, mas de verdadeverdadeira, o Rafael acabou confessando: apesar de duas viagens quase iguais, para ele, elas foram completamente diferentes! Isso porque quando embaixo da asa da mãe, o menino só tinha Argentina na cabeça, e foi com essa cabeça que ele passou pelo Uruguay (uma extensão da Argentina, oi?). Não condenem o coitado, meus queridos, mas o que você pensaria caso fosse para um país desse e só encontrasse Argentinos por lá? Isso mesmo, nada de povo uruguaio, sóepuramente Argentinos - vai dizer que você não ia pensar que nem ele?! Agora, quando a asa do pai entrou na jogada (ou não) é que ele percebeu que nãoeranadadissotá, e que o Uruguay tinha muita, mas muita coisa pra mostrar - e ele que não sabia nada daquele povo e lugar.


Como você não é o Abreu, e para você não ir achando que Uruguay e Argentina são tudo a mesma coisa, nós (perambuleiras e convidado de hoje) te damos todas as dicas agora, now, neste momento, e você não vai se sentir perdido e muito menos ter que voltar lá para entender o espírito da coisa uruguaia! Então, prestatenção que a coisa aqui é sinixtra, e quem perdeu, perdeu (brincadeira, acessa os arquivos que a gente vai a-do-rar).

Primeiro de tudo, se você vai para turixtar e quer gastar dinheiro, corra para Punta del Este, que é a cidade point do país (sim, o balneário mais famoso de lá). Badalação não é o que falta naquelas bandas, e se a "night" te agrada, corra: a uns dez minutos do centro da cidade tem "la barra", uma rua grandinha que concentra todo o rock (como dizem os capixabas), com barzinhos e boates de um lado e de outro, entre casarões e restaurantes. A parte chata disso tudo: lá é tudo muito caro e, apesar de belas praias, não chegam nem perto do que temos aqui no Brasil, sentiu, né?


Se você quer turixtar e até mesmo ficar de bobeira vendo só gente bonita, vá para Montevideo. A cidade, além de ser a maior e concentrar quase metade da população do país todo, é muito linda, organizada e segura (sim, considerada a cidade latino-americana com a maior qualidade de vida, além de estar entre as 30 cidades mais seguras do mundo). Para o nosso viajante de hoje, o povo de Montevideo, além de educado e supersuper simpático, é o povo mais bonito que ele já viu na América Latina (e olha que ele já viajou bastante por essas terras). Sabendo disso, não tem como não querer chegar lá correndo, ou querer ficar pra sempre! "Andar num lugar com gente bonita e educadas realmente é demais né? Tentação pra morar lá!" diz. Além disso, tem muita coisa pra fazer lá, nas palavras do próprio Rafael: recomendo você ter disposição de andar (apesar de táxi ser muito barato pra gente, até por questão de cotação de moedas), porque como a cidade é bem cuidada, é prazeroso ficar andando sem objetivo, rodando, caminhando por la rambla (uma avenida à beira mar, onde ficam embaixadas, sede do mercosul, etc.), que é muito legal. Seguindo por ela você vai até o Estádio Centenário (onde foi a primeira Copa do Mundo). É um passeio de uns 5km, mas que se estiver relaxado e sem pressa, você curte muito por causa da brisa do mar. Isso tudo sem esquecer a região do porto, do mercado central, as parrilladas (churrascadas) que são uma delícia, só para reiterar o que andaram dizendo por aí.

Mas aí você diz: não quero nada disso, quer ir para uma cidade pequena com cara de interior com povo muito receptivo, sem muita badalação mas legal pra conhecer a nativez, levando uma vida ligada ao couro, carne, mate e bois? Vá até Salto, que você acha tudo isso e sai sem reclamar!

Viu como o Uruguay mostra que tamanho, definitivamente, não é documento? Para encarar tudo isso tendo um tamanho desses, só com uma moral muito grande! Se no meio dessa semana você já ficou instigado a ir lá descobrir qual é o segredo para tanta coisa boa numa área tão pequena, não deixe de clicar aqui, aqui e aqui, além de dar uma pesquisadinha básica nos menus laterais, que tem muita coisa interessante!

Caso você ainda não esteja completamente convencido do poder do pequeno e notável Uruguay, aguenta aí que o próximo post ou te inspira de vez, ou te mostra que terras uruguais não são mesmo a sua praia, e partimos logo para outra!

Besos, hasta pronto, nos vemos, tchau!

sábado, 21 de novembro de 2009

Mochilar é bom e eu gosto!

A Europa pode, e tem, seu charme e elegância, mas resolvemos sair dessas bandas frias e voltar para a América Latina, visitando um dos menores países em extensão (segundo menor) da América do Sul, mas que tem uma riqueza cultural enorme! Já sabe qual? Ainda não? Ajudo mais um pouco... Foi lá que aconteceu a primeira edição da Copa do Mundo! Haaa, agora sim! Uruguai, lávamosnos! Quem resolveu perambular por essas bandas foi o futuro engenheiro Luiz Tauffer, que na minha humilde opinião, é um mochileiro de plantão.


Como as coisas começaram? Bom, pra entender isso temos que saber que no final de 2007 o Luiz teve a sorte de passar algumas semanas na Argentina com a namorada (você já ouviu falar sobre ela, lembra?!) e ao voltar pra casa ele não quis saber de outra coisa a não ser voltar para as terras portenhas, e quem sabe outros países mais! Bingo! O Uruguai entrou na lista, e depois de alguns meses planejando a viagem lá estava ele, em janeiro, visitando terras uruguaias. É importante ressaltar que nosso mochileiro estava fazendo essa viagem sozinho, alone, sin nadie. Corajoso, pode falar...

Para começar, durante sete dias ele visitou Colônia de Sacramento, Punta Del Este e a capital, Montevideo. Quem disse que não dá pra se organizar e conhecer muita coisa, hein?! Claro que dá! Quando ele pisou em terras desconhecidas, com gente falando outra língua e sem conhecer ninguém, o que ele fez? Entrou em desespero? Nããão... Além de ser uma pessoa calma, e ter na cabeça que ia aproveitar cada dia, o Luiz resolveu fazer aquela semana se tornar excelente! Se a primeira impressão é a que fica, os uruguaios fazem um ótimo trabalho, porque são a simpatia em pessoa! De acordo com o próprio Luiz é impossível você ficar perdido mais que 2 minutos, porque basta você abrir um mapa em qualquer parte da rua que vai aparecer alguém perguntando se você precisa de ajuda! Claro que é bom ficar esperto, mas a galera lá dá show de hospitalidade e educação! Já ficou com vontade de ir, fala sério!! Quer saber mais? Ta bom...

Punta Del Este deve ser visitada sim, mas não adianta ir com tanta sede ao pote! Lá é mais um lugar turístico do que outras coisas. As praias são bonitas, tem aquelas mãos enterradas na areia (mão do aofgado pra ser mais exata e que ele nem gostou tanto assim), mas o preço não é tão bonito de se ver assim. Com umas 4 horas você anda em grande parte da cidade, e ainda pode fazer um passeio legal pela Isla Gorriti (é a Ilha de Caras do Uruguai, e você paga em média 40 reais pra pegar o barco e passar o dia todo lá! Xique, hein) A capital Montevideo tem o famoso mercado do porto, que merece um almoço regado de muita carne, vários parques, o estádio de Futebol onde aconteceu a primeira Copa ( Estádio Centenário, que é super badalado até hoje). Andar pela cidade é altamente recomendado, porque só assim dá pra ir descobrindo vários lugares diferentes! Antes de ir embora, tem mais um lugar que deve estar destacado no seu mapinha! Colônia de Sacramento! É um dos lugares mais antigos do Uruguai e tem uma parte histórica muuito bacana, que merece muitas fotos! Além disso, a vila é super antiga, então tem ruas de paralelepípedo, e muitas praias (só pra destacar são praias de rio, mas não faça cara feia porque são ótimas também!). Comida? Chivito! Não esqueça esse nome na hora de fazer um lanche por aquele lado! Isso é nada mais nada menos do que um hambúrguer tradicional e muuito grande! Depois de andar bastante pra conhecer a cidade, alugar uma bicicleta (super comum nos albergues lá) pra andar na praia e ficar com bastante fome, nada melhor que um chivito.

Achou que o Uruguai nem tinha nada de muito interessante? Enganou-se caro leitor! Vale muito a pena se aventurar por aqueles lados e depois partir pra outros países (tudo na América Latina é mais ou menos perto, então se joga!). Quer saber mais sobre o Uruguai? Olha aqui, e aqui, e aqui... Dúvidas? Mande e-mail... Fica tímido não.. Até o próximo post, vendo mais coisas sobre o Uruguai! Não perde.

Hasta!

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Torre torta, cidade cheia d'agua, terra do Papa... Tá afim?

Rarrá! Mais um diazinho na Itália, meus queridos, é isso e nada mais que vocês tem. Pois então aproveitem, porque você ainda pode descobrir que esse pequeno país, cheiodecoisaboaebonita diga-se de passagem, pode ser o seu destino ideal pra viver feliz para todo sempre - ou pelo menos por alguns meseszinhos mesmo! 

 

Preste atenção, muita atenção, na historinha da nossa amiga Bruna Barbielini, que não foi buscar antepassados e muito menos estudar lá praquelas bandas, ela foi, pura e simplesmente, passear, meus amigos! Passear e ver um braço da familia que mora por lá! Gostou? Mas peraí que o negócio é melhor mais pra frente!

A Bru, na época, mais exatamente 2007, tinha uma tia morando por lá (não só tia, mas primas, primos e priminhasetcetal), tá, isso é um bom começo, mas a melhor parte é que "inesperadamente" como diz a nossa amiga perambuleira de hoje, essa sua querida membra da família resolveu chamá-la para ir passar uns tempos na Itália, mais especificamente em Bologna (ou Bolonha, para bons brasileiros), visitar seus entes queridos, junto com um ooutro primo que morava (e mora!) no Brasil.



Pois bem, convite feito, convite aceito, certo? Certo! Como a Bruna não é menina de esperar, ligou logo para uma agência de viagens (você pode olhar várias ali do ladinho viuviuviu), olhou a melhor data para ir, partir e pisar nas terras da torre de pisa, e tratou de marcar a viagem. Poucos dois meses de expectativa até chegarem as férias de julho e pronto, simples assim, uma viagem de 30 dias.


Você não vá pensando que só porque ia visitar os parentes a nossa coleguinha apressada aqui deixou de conhecer outros cantos da encantadora terra da massa. Foram tantos lugares que ela não saberia nem qual recomendar! Pisa, Florença, Lido de Pomposa, Roma, Veneza, Ferrara, Milão, Pianoro, Pádua... todas essas cidades receberam a sola do sapato da Bru e, segundo a mesma, todas são maravilhosamente maravilhosas para merecerem o seu interesse! Os lugares são lindos e, se você quer se sentir de volta ao passado, lá é o lugar certo, se você quer turistar, lá é o lugar certo, se você quer fazer compras, lá é o lugar certo! Deu pra entender, raciocinouaparadameufilho?


Castelos, igrejas, catedrais, monumentos, lojas chiques, pizzarias maravilhosas, sorveterias perfeitas, vinhos deliciosos, clima gostoso (a Bru desembarcou lá no verão), museu que não acaba mais... tudo isso ce vai achar lá! Gostou, né? A nossa amiguinha não esquece, e se perde em tanta coisa boa. Mas, para você não acabar tão perdido, lembremos que, a andarilha de hoje recomenda: o importante é conhecer os museus, igrejas, o coliseu, vaticano, fontana de trevi, uma praça muito linda em Roma... Em Florença há telas de Leonardo Da Vinci! Ah, vale muito a pena conhecer, Pisa é linda, Veneza também, Milão, aaah!


Tá bom, tá bom, já sabemos que você já ouviu isso aqui pelo menos duas vezes, mas como nunca, nunquinha na vida é demais reforçar as peculiaridades de um povo, a Bruna é mais uma que declara: os italianos são muito simpáticos e nada de grossos como a gente pensa! Adoram te ajudar e te tratar bem que só vendo! Então, meus queridos, podem tratar de ir perambular por aqueles lados que ninguém vai te ignorar ou te deixar no vácuo, como dizem por aí. Faz suas malinhas e se joga meu filho, porque se tá na chuva, vai se molhar, nénão?


Agora, só para te instigar, dá uma olhadinha por aqui, veja se isso aqui ou aculá te agrada porque, vai saber, né, amor a primeira vista acontece sem avisar e como é que vamos adivinhar se você acaba de ser fisgado por esse país comprido e que parece uma bota de cano longo?! Fala sério, tá esperando o que? Se declare, conta umdoistrêsejá, tiau pai, tiau mãe, tiau família, estou indo pra Itália! Se essa ideia meio revolts não é a sua cara, não tem problema, pode fazer uma coisinha mais organizadinha e tal, como aqui, e aqui etc etc


Ou então, sabe o que mais? Espera um pouquinho, daqui a pouco a gente chega no próximo país e, quem sabe, aí sim, você não cria coragem de se jogar completamente caminhandocontraoventosemlençoesemdocumento? Só pra ter uma dica, nos despedimos com um byebye bem europeu, porque nós somos muitos chiques.
 

Então, bye bye, e nos vemos na próxima parada!

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Cerveja, salsichão e... Escola?!


Olá pessoas! Ou seria melhor dizermos Hallo!?

Continuando nossa pequena saga pela pequena e bela Alemanha (aqui levamos em consideração que tamanho não é documento e que falamos de tamanho geograficamentefalando, obviamente, haha), hoje contaremos a historinha do Marcos Daniel de Almeida, um rapaz pacato que resolveu que queria porque queria conhecer a terra da cerveja e do salsichão!


Pra começar, é bom saber que essa história é uma história um pouco diferente das outras histórias que vimos aqui. Mas então vumbora!

Para entender tudo, você tem que saber, primeiramente, que o Daniel  sempre teve família praqueles lados além mar, entende-se como família primo, prima, tio, tia, cachorroperiquitoepapagaio, enfim! Isso tudo aí já servia bastante de influência para brotarem infinitas intenções dentro de sua cachola, né não? "Segundamente", você precisa saber que esses parentes vem para o Brasil com certa frequência - e foi, voilà, nessas indas e vindas que o nosso querido Marcos Daniel se apaixonou (em 2005, mais especificamente),  ou melhor, quando, segundo ele, começou a ter vontade de conhecer a Alemanha e o alemão que seus primos tanto falavam!


Assim, logo que seus parentes embarcaram de volta, ele resolveu entrar num curso de alemão (o que não é facil de encontrar em Vitória, logo, olhe aqui) e, dois anos depois, mais ou menos, ele juntou a fome com a vontade de comer, e a ida para a Alemanha saiu da cabeça para se tornar uma coisa prática - aqui quero dizer que foi em 2007 que ele começou mesmo a correr atrás das coisas para a viagem, logo, foi um aninho de preparação para a mesma (entre correr atrás de visto, passagens, escola que ia estudar e curso que ia fazer, enfim, essas coisinhas básicas).


Então, depois de longos doze meses de muita espectativa, planejamento, compras (roupas e tudo mais), troca de emails, telefonemas e cartas com escolas de alemão para estrangeiros, o Daniel fez suas pequenas malas e partiu para uma cidade nos arredores de Frankfurt (Frankfurt am Main, em alemão),  que por sinal é uma das principais cidades do país e que fica a aproximadamente 400km de Munique e 600km da capital, Berlim (foi também a cidade onde ele estudou), para ficar por lá dois meses contados.

Ele ficou na casa dos tios, e isso deu a ele, além de todo o suporte que isso lhe oferecia, a oportunidade de economizar um bom dinheiro! Com isso, ele ficou livre de preços e tarifas de agência, além de poder pensar em outras cositas para gastar... ô beleza, hein?

Mas peralá, vocês pensam que é só brincadeira é? Perguntamos ao nosso amigo qual foi a primeira impressão quando pisou em terras alemãs e eis a resposta: Putz! Estou a 10.000km de casa! E como é difícil falar essa língua! Claro que, como ele ficou com sua própria familia, ele teve total apoio e suporte (ou pelo menos mais que alguém peladopeladonucomamãonobolso teria), com o idioma e tudo mais, mas, de qualquer forma, ele recomenda não ter medo de falar e errar, e falar de novo, até alguém entender!


Para o Daniel, ainda, quem vai a Alemanha não pode se deixar assustar pela "friezateesnobonãotonemaíprocê" dos europeus: os alemães são receptivos, adoram o Brasil e quando eles realmente te conhecem, você acaba de fazer um amigo para toda vida! (isso já foi dito e re-dito aqui, então, pode acreditar!). Não perca a chance de fazer amigos, conhecer pessoas, porque elas são a maior chave para você conhecer a cultura do país. Aproveite que o país e seus moradores dão muito valor a culturaemtodososaspectos, e caia de boca - talvez, literalmente! Não deixe de visitar as cidades e os lugares que tem tanta historia pra contar (lembremos que estamos aqui num país do velho mundo galheura), tanta cultura local pra ser descoberta - e isso inclui, com certeza, a cerveja e culinária local e os mercados da cidade! (o melhor de tudo ainda é que são muito perto uma da outra!)

Ah! E se você ainda não está convencido de que a Alemanha pode ser o seu destino ideal, outra coisa que o nosso amigo não deixa de esquecer: para quem gosta de velocidade, andar a mais de 220km por hora numa Autobahn pode ser mais um motivo para perambular por aquelas bandas!

Se depois dessa semana toda de Alemanha aqui no Perambulanndo você não tá empolgado como o Marcos Daniel, desista, ainda não chegamos no país ideal pra você (calmaláquedaquiapoucotamochegaando!). Maaaas se, ao contrário, você está saltitandoquenempipoca de empolgação e com mil ideias na cabeça de comofazerprairpralápelamordeDeus, calma, o Daniel foi por conta própria tioetiacasafamíliaepã, mas há milhoesdeoutrasboasmaneiras de você aterrisar em terras alemãs. Dá uma olhadinha aqui e aqui, e aqui (também vale se aventurar nos portões de embarque, cias aéreas e tudomaisalidolado) e veja qual o melhor pra você!

Bom, é isso gente. Até o próximo post - e avisando aos desinformados que, a não ser que precisemos voltar no assunto, já teremos mudado de continente e descido em terras lationamericanas, che!
Argentina! Deu pra sacar? Então hasta la vista! - e, como sempre, esperamos quaisquer duvidas previas seja por email, comentário, qualquer forma de comunicação que funcione!

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Criança dos outros... negócio nosso!


Quem já não passou por anos e anos de cursinho de inglês e acordou um dia com sensação de que essas aulinhas não supriam a sua necessidade em aprender o idioma?

A gente conhece alguém que acordou assim, com vontade de largar os ares de Belo Horizonte (uai) e ir de malas feitas pra outras terras. A nossa friend Bárbara, um dia, resolveu que, para dar um jeito no seu inglês, só indo para um país que falasse, claro, inglês – não precisamos repetir que as aulas aqui são nada comparadas a vivência junto aos nativos da língua né? Além, claro, de unir o útil ao agradável – quem não quer viajar, afinal?


Com seus 20 e poucos anos (detalhes dispensáveis esses), Bárbara Dutra, decidiu, em 2007, que estava na hora de sair de baixo das asas dos pais e ir trilhar o caminho dela em terras gringas. Tá, essa parte é fácil, mas e agora? Fazer as malas e comprar a passagem? Buscar um programa de trabalho? Atravessar a fronteira do México e pronto? Não caros leitores! A solução deste dilema foi o Au Pair! Esse é um tipo de programa (significa ao par, em francês!) que concilia trabalho e estudos no exterior e não é tãão conhecido, mas que, se tratando dos EUA, tem o melhor custo benefício – e isso pode interessar a muitas pessoas.

Pra explicar o programa, acho que ilustrar a história dela vai ser o melhor caminho. Foram 4 meses de preparativos: desde pensar no assunto até embarcar no aviãovendo os parentes se desesperando pelo vidro (essa parte do dar tchau pra quem você gosta é meio triste). Pouco
tempo pra quem teve que escolher uma família e ainda ficar um ano fora (tempo esse normal do programa, com embarque em qualquer época do ano, mas com duração fixa mínima de doze meses). Qual seria então, a rotina da nossa brava aventureira durante esses doze meses?



 Cuidar de duas crianças fofinhas americanas!

Sim, ela ficaria na casa de uma host family, sendo a babá dos anjinhos (teoricamente), enquanto os pais trabalhavam. Tarefa difícil ou fácil? Bom, depende... De acordo com ela, as coisas também dependem da sorte, mas ela acabou escolhendo e sendo escolhida por uma family super legal, com crianças realmente lindas... trabalhou quase todos os dias, mas acabou virando parte da família (tanto é que estendeu o programa para dois anos) - conheceu a Disney, várias cidades do país e tinha casacomidaeroupalavada! Além de trabalho (e diversão), ela também teve a oportunidade de estudar: a nanny ganha um custo fixo para gastar em algum curso de sua escolha, além de um salário semanal (média de 200 dólares, podendo variar) – plus direito a folga uma vez na semana e férias remuneradas! (Busque nos nossos Portões de Embarque e veja os detalhes que agora martelam na sua cabeça). Não é difícil notar que esse tipo de intercâmbio pode ser perfeito para quem pensa em viajar sem muitas restrições (parênteses aqui porque é exigida experiência com crianças e o limite de idade de 27/28 anos – a Bárbara já trabalhava numa escola e tinha acabado de se formar, então foi só esperar o ano letivo acabar e bye bye)

Para nossa friend, ainda, ser uma Au Pair foi mais do que treinar o inglês (que era o plano principal), foi aprender a se virar sem a família e sozinha, foi tomar decisões por ela mesma (o que pode ser muito difícil), e viver uma cultura totalmente diferente (detalhe importante: cada lugar é um lugar, a brasileira aqui não vai ser a mesma brasileira lá, ainda mais quando temos crianças envolvidas).

Perguntamos a ela: o que ficou? Todo o aprendizado, sem remorso. A saudade do Brasil (porque ela continua em the other side), mas já a saudade de lá também. Quem disse que ia ser fácil? Quase nunca é... mas valeu a pena!

Ah, um detalhe: não só os EUA estão à procura (permanente) da babá perfeita. Países como Espanha, Irlanda, Inglaterra e muitos outros mesmo são destinos inclusos, nos quais o que varia é, basicamente, o custo benefício, e claro, a experiência exigida.

E aí, gostou do Au Pair? Acha que seria uma babá perfeita? 

Dá uma olhada aqui, aqui, aqui... aaah, olha ali do lado,ou manda um email pra gente, faz um comentário, sei lá, que tentaremos te ajudar!

That’s All... Até o próximo post!